Este blog é um canal de evangelização e comunicação da Paróquia São Judas Tadeu da Diocese de Piracicaba -SP.

É uma nova maneira de levar Jesus Cristo às pessoas. Compartilhar experiências, ajudá-las a meditar sobre a Palavra Sagrada, ouví-las, entendê-las, compreendê-las, acolhê-las de modo particular e cristão, compartilhando suas histórias de vida na fé e na perseverança rumo à Glória Eterna.Você é uma pessoa muito importante para nós! Você é um (a) filho (a) de Deus muito amado (a)! Creia nisso!

Assim, de forma despretensiosa e humilde, este blog tem o objetivo de levar às pessoas, os ensinamentos de Jesus Cristo, propiciando o conhecimento da Verdade, do Caminho e da Vida!

Procuremo-nos espelhar em suas atitudes e ações para podermos fazer do lugar em que habitamos, mais humano.

Sinta-se em casa. Junte-se a nós para fazer deste um ambiente diferenciado.

Deus lhe abençoe!

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Uma escola da cruz

Santa Missa no rústico da construção do Centro Juvenil.
O arcebispo de Sarajevo, cardeal Vinko Puljic, comprovou muitas vezes: “Quando as pessoas dispersas pela guerra veem que existe um padre e que uma igreja ressurge dos escombros, então elas voltam.”
Quanto a ele, sempre ficou lá. Inclusive quando havia a guerra. Durante meses ele resistiu, no porão de sua casa episcopal, sem água, comida, aquecimento, com 20 graus abaixo de zero, enquanto “choviam granadas” na casa e na igreja. Desde então ele está surdo de um ouvido. Só uma vez tiveram de fugir para outra casa. Dessa vez seu bispo auxiliar foi ferido. Ele o levou nos ombros até o blindado que estava à espera. Mas permaneceram em Sarajevo. “A guerra foi uma escola da cruz”, diz ele hoje.
Por causa dele muitos católicos ficaram em Bósnia-Herzegóvina. “Temos de reconstruir as igrejas. E o primeiro altar é o coração do padre.” Eles vivem sob condições indescritíveis. Um padre se “aninhou” durante dois anos num galinheiro, até que a igreja estivesse parcialmente reconstruída e a casa paroquial novamente habitável. Ainda hoje se vê no galinheiro uma placa: Pároco Zeljko Vlajic. Ele acaba de fazer 30 anos. Fanáticos anticatólicos tinham destruído a casa e a igreja. Outro padre ficou morando no porão, porque da casa que estava por cima não havia sobrado pedra sobre pedra. Muitos padres celebravam a Missa ao ar livre, e no inverno eles reuniam suas comunidades nas ruínas. Mas eles estavam e estão ali pelo amor e pela reconciliação.
A guerra acabou, mas a discriminação, não. “Não estamos querendo privilégios”, declara o cardeal Puljic diante dos políticos que visitam esse país periférico da Europa, ou com os quais ele se encontra em Bruxelas. Há 13 anos ele espera uma autorização para a construção de uma igreja em Sarajevo. Nesse meio tempo foram edificadas dezenas de novas mesquitas na cidade cosmopolita.
Depois ele faz seus cálculos diante dos políticos: diz que, desde 1991, quase metade dos católicos fugiu ou foi expulsa; que agora ainda vivem cerca de 440 mil católicos na Bósnia-Herzegóvina; que 42% dos remanescentes não encontram emprego e por isso dificilmente conseguem colaborar na reconstrução; que a Igreja se ocupa dos idosos e das pessoas com deficiência, organiza sopas para os pobres, mantém escolas, nas quais 30% dos alunos são muçulmanos; que a Igreja construiu Centros de saúde, porque as pessoas não têm dinheiro para remédios ou tratamentos; e que agora ela oferece espaço para encontros, esporte e anúncio da fé através de um Centro juvenil. “Isso transmite a segurança de que também no futuro os jovens poderão viver a sua identidade católica na Bósnia-Herzegóvina”, diz o Padre Simo Marsic, diretor desse Centro.
Em muitas dessas atividades a Ajuda à Igreja que Sofre dá o seu apoio. Sem essa ajuda a Igreja em Bósnia-Herzegóvina morreria de inanição. “Deus move os nossos corações,” diz o cardeal Puljic cheio de gratidão. E acrescenta, pensativo, aquilo que ele também disse na Plenária do Sínodo dos Bispos em Roma, há quatro meses: “A verdade da vida é que nos sacrificamos por aquilo que amamos. Aquilo pelo qual estamos prontos a dar a vida não morre jamais, porque a força do amor é mais forte do que a morte.

FONTE: http://www.ais.org.br/projetos/item/479-uma-escola-da-cruz


PROCLAME AS MARAVILHAS DO SENHOR

Temos de proclamar as maravilhas do Senhor para que outros experimentem essa graça e assumam o senhorio de Jesus em suas vidas.

Infelizmente muitos pensam que para serem curados seria preciso tocar fisicamente em Jesus. Tudo é um mistério de fé. A presença do Senhor em nosso meio não é menor do que naquele tempo em que Ele estava fisicamente no meio do povo. 

Não queiramos entender os mistérios de Deus com a nossa inteligência. É preciso compreender com o coração, abrindo-se à ação do Espírito Santo. 

Precisamos ser simples como aquele leproso que pediu o impossível para Jesus e se limitou a compreender tudo com a razão. Abriu o coração e a graça aconteceu. Diante de tanta simplicidade Cristo se compadeceu, estendeu a mão e o tocou. 

Deus o abençoe
!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Mali: ONU denuncia violações dos direitos humanos em todo o país


Mali: ONU denuncia violações dos direitos humanos em todo o país
Um relatório divulgado nos últimos dias, em Genebra, por Rupert Colville (Conselho dos Direitos Humanos da ONU), sobre o Mali, denuncia a existência de várias violações de direitos humanos, incluindo assassinato e tortura.

O documento, com base numa missão que visitou este país africano em Novembro, dá conta que estes atos foram cometidos tanto no norte, controlada por rebeldes islamitas, como no sul, área controlada pelo governo. No entanto, é no norte do país que se verificam os casos mais graves. Colville refere a existência de pelo menos 10 pessoas que tiveram partes do corpo amputadas por grupos extremistas, como o caso de um homem de 30 anos que teve a mão direita arrancada com uma faca, após ter sido acusado de roubar gado
.

O responsável da ONU contou ainda que diversas mulheres sofreram violência sexual, havendo o caso de uma jovem de 22 anos que foi violada por seis homens armados por não ter o rosto coberto por um véu dentro da sua própria casa, sendo que, muitas vezes, as violações de mulheres e de meninas correram na presença de familiares e têm sido usadas no norte do Mali como forma de intimidação. O relatório refere ainda a existência de casamentos forçados de meninas de 12 ou 13 anos com membros das milícias islâmicas.
Entretanto, continua a intervenção de unidades militares francesas que, em resposta a um pedido de auxílio pelo governo do Mali, tentam impedir que os rebeldes islamitas, que já ocupam o norte do país desde Junho do ano passado, prossigam a sua marcha rumo à capital. Em resultado desta intervenção, as tropas francesas já conseguiram retomar o controlo da cidade de Kona, a cerca de 700 quilômetros da capital, Bamaco, e que estava nas mãos de grupos salafistas desde 10 de Janeiro.

Destes grupos, destacam-se três organizações principais: Ansar al Din; Al Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI); e Monoteísmo e Jihad em África Ocidental (MYAO). A França tem sublinhando a ameaça terrorista que impera na região, cujo último dado mais relevante foi a tomada de reféns, na Argélia, num complexo de gás, por elementos de um grupo próximo da AQMI e que teve consequências trágicas, durante o fim-de-semana, em resultado da operação de libertação levada a cabo pelas forças armadas do país.

Entretanto, o Alto Comissariado da ONU para Refugiados, Acnur, anunciou que está a reforçar as suas equipes na região, havendo o propósito de ajudar cerca de 300 mil deslocados internos e cerca de 400 mil civis que poderão pedir refúgio em países vizinhos, como o Burkina Fasso e a Mauritânia.

Também a Igreja católica segue com muita preocupação a evolução dos acontecimentos, sendo que a prioridade é dar apoio às populações deslocadas. A Conferência Episcopal do Mali ira se reunir para buscar uma eficaz coordenação dos esforços de ajuda humanitária, especialmente na região de Mopti.

O Mali tem cerca de 15 milhões de habitantes e praticamente 90 por cento da sua população é muçulmana, em contraste com apenas 10 por cento de cristãos. Este país africano é rico em ouro e algodão.

Fonte: www.ais.org.br

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Não deixe passar a hora da Misericórdia


Santa Faustina nos recorda: "Então, vi Nossa Senhora, que me disse: Oh! Como é agradável a Deus a alma que segue fielmente a inspiração da Sua graça! Eu dei o Salvador ao mundo e, quanto a ti, deves falar ao mundo da Sua grande misericórdia, preparando-o para a Sua Segunda vinda, quando virá não como Salvador misericordioso, mas como Justo Juiz. Oh! Quão terrível será esse dia! Está decidido o dia da justiça, o dia da ira de Deus; os próprios Anjos tremem diante dele. Fala às almas dessa grande misericórdia, enquanto é tempo de compaixão. Se tu te calares agora, terás de responder naquele dia terrível por um grande número de almas. Nada receies, sê fiel até o fim, Eu me compadeço de ti" (Diário de Santa Faustina nº 635).

É muito claro, não é verdade? Entre conosco neste novo tempo. É a hora da Graça! O Dia da Salvação! O tempo da Misericórdia. O próprio Jesus mandou que no quadro da Sua misericórdia viesse escrito: "Jesus, eu confio em Vós!"

Nós rezamos diariamente às 15h o Terço da Misericórdia, porque foi Jesus mesmo quem o ensinou a Santa Faustina e insistiu com ela para que parasse e rezasse nesta hora que Ele chamou de 'A hora da Misericórdia': "Às três horas da tarde, implora à minha misericórdia especialmente pelos pecadores e, ao menos por um breve tempo, reflete sobre a minha Paixão, especialmente sobre o abandono em que Me encontrei no momento da agonia. Esta é a hora da grande misericórdia para o mundo inteiro. Permitirei que penetres na minha tristeza mortal. Nessa hora nada negarei à alma que Me pedir pela minha Paixão (...)" (Diário de Santa Faustina nº 1320).

É isso que Ele espera de cada um de nós: a nossa total confiança.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Menino de sete anos pede ao presidente Obama que modifique “lei que mata bebês”


Menino de sete anos pede ao presidente Obama que modifique “lei que mata bebês”
Um menino de sete anos identificado como Alexander G. escreveu uma carta ao presidente dos Estados Unidos Barack Obama pedindo que por favor “modifque a lei que mata bebês quando ainda estão na barriguinha das suas mães”.

A mãe do menino, Marina G. em uma nota dirigida ao National Right to Life News (NRL por suas siglas em inglês), explicou que compartilha a carta de seu filho escrita no dia 25 de janeiro –Dia da grande Marcha pela Vida em Washington-, porque “apesar de ser um menino de sete anos, ele tem um sonho, uma crença e um coração”.

Marina assinalou que seu filho se converterá na “geração de homens e mulheres com valentia que estão preparados para defender o direito de viver de cada pessoa, nascidos ou não”.

Na carta, escrita com faltas ortográficas próprias de sua idade, publicada no Lifenews.com no dia 29 de janeiro, do menino lhe diz ao mandatário:

Querido Presidente Obama
Meu nome é Alexander. Tenho 7 anos.
Por favor, mude a lei que mata bebês quando
ainda estão na barriguinha das suas mamães.
Estes bebês estão vivos e nenhum deles escolheu morrer.
Por favor faça uma nova lei que proteja os bebês.
Martin Luther King Jr tinha um sonho e mudou (os) Estados
Unidos, e eu também tenho o sonho que as mamães cuidem
bem dos seus bebês na barriguinha e tragam os bebês
aos orfanatos para que outras mamães possam adotá-los
e eles serão felizes.
Eu também serei presidente quando crescer.
Seu amigo
Alexander G.

Fonte: ACI Digital

Carta de São João Bosco à juventude


O demônio tem normalmente duas artimanhas principais para afastar da virtude os jovens.  
A primeira consiste em persuadi-los de que o serviço de Deus exige uma vida triste sem nenhum divertimento nem prazer. Mas isto não é verdade, meus caros jovens. Eu vou lhes indicar um plano de vida cristã que poderá mantê-los alegres e contentes, fazendo-os conhecer ao mesmo tempo quais são os verdadeiros divertimentos e os verdadeiros prazeres, para que vocês possam exclamar com o santo profeta Davi: “Sirvamos ao Senhor na santa alegria”.

A segunda artimanha do demônio consiste em fazê-los conceber uma falsa esperança duma longa vida que permite converter-se na velhice ou na hora da morte. Prestem atenção, meus caros jovens, muitos se deixaram prender por esta mentira. Quem nos garante que chegaremos à velhice? Se se tratasse de fazer um pacto com a morte e de esperar até então... Mas a vida e a morte estão entre as mãos de Deus que dispõe de tudo a seu bel-prazer.

E mesmo se Deus lhes concedesse uma longa vida, escutai, entretanto, sua advertência: “O caminho do homem começa na juventude, ele o segue na velhice até a morte”. Ou seja, se, jovens, começamos uma vida exemplar, seremos exemplares na idade adulta, nossa morte será santa e nos fará entrar na felicidade eterna.

Se, pelo contrário, os vícios começam a nos dominar desde a juventude, é muito provável que eles nos manterão em escravidão toda a nossa vida até a morte, triste prelúdio de uma eternidade terrível.
Para que esta infelicidade não lhes aconteça, eu lhes apresento um método de vida alegre e fácil, mas que lhes bastará para se tornarem a consolação de seus pais, a honra da pátria de vocês, bons cidadãos da terra, em seguida felizes habitantes do céu...
Meus caros jovens, eu os amo de todo o meu coração e basta-me que vocês sejam jovens para que eu os ame extraordinariamente. Eu lhes garanto que vocês encontrarão livros que lhes foram dirigidos por pessoas mais virtuosas e mais sábias que eu em muitos pontos, mas dificilmente vocês poderão encontrar algum que os ame mais que eu em Jesus Cristo e deseja mais a felicidade de vocês.

Conservem no coração o tesouro da virtude, porque possuindo-o, vocês têm tudo, mas se o perderem, vocês se tornarão os homens mais infelizes do mundo. Que o Senhor esteja sempre com vocês e que Ele lhes conceda seguir os simples conselhos presentes, para que vocês possam aumentar a glória de Deus e obter a salvação da alma, fim supremo para o qual fomos criados. Que o Céu lhes dê longos anos de vida feliz e que o santo temor de Deus seja sempre a grande riqueza que os cumule de bens celestes aqui e por toda a eternidade.

Vivam contentes e que o Senhor esteja com vocês. Seu muito afeiçoado em Jesus Cristo.

João Bosco
Sacerdote.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

A origem e o significado do Carnaval


Vários autores explicam o nome Carnaval a partir do latim “carne vale”, isto é, “adeus carne” ou “despedida da carne”. Isso significa que, no Carnaval, o consumo de carne era considerado lícito, pela última vez, antes dos dias de jejum quaresmal. Outros estudiosos recorrem à expressão “carnem levare”, suspender ou retirar a carne.


O Papa São Gregório Magno (590-604) teria dado ao último domingo, antes da Quaresma (domingo da quinquagésima), o título de dominica ad carnes levandas; o que teria gerado “carneval” ou carnaval. Um grupo de etimologistas apela para as origens pagãs do Carnaval: entre os gregos e romanos, costumava-se fazer um cortejo com uma nave dedicado ao deus Dionísio ou Baco, festa que chamavam em latim de “currus navalis” (nave carruagem), de onde teria vindo a forma Carnavale.

As mais antigas notícias do que hoje chamamos “Carnaval” datam, como se crê, do século VI a.C., na Grécia: há pinturas gregas em vasos com figuras mascaradas desfilando em procissão ao som de músicas em honra do deus Dionísio, com fantasias e alegorias; são certamente anteriores à era cristã. Outras festas semelhantes aconteciam na entrada do novo ano civil (mês de janeiro) ou pela aproximação da primavera, na despedida do inverno.

Eram festas religiosas dentro da concepção pagã e da mitologia com a intenção de, com esses ritos, expiar as faltas cometidas no inverno ou no ano anterior e pedir aos deuses a fecundidade da terra e a prosperidade para a primavera e o novo ano.

Tudo isso parece ter gerado abusos estimulados com o uso de máscaras, fantasias, cortejos, peças de teatro, etc. As religiões ditas “de mistérios” provenientes do Oriente e muito difusas no Império Romano, concorreram para o fomento das festividades carnavalescas. Estas tomaram o nome de “pompas bacanais” ou “saturnais” ou “lupercais”.

Como essas demonstrações de alegria tornaram-se subversivas à ordem pública, o Senado Romano, no séc. II a.C., resolveu combater os bacanais e os seus adeptos acusados de graves ofensas contra a moralidade e contra o Estado.

Essas festividades populares podiam ser no dia 25 de dezembro (dia em que os pagãos celebravam Mitra ou o Sol Invicto) ou o dia 1º de janeiro (começo do novo ano), ou outras datas religiosas pagãs.

Quando o Cristianismo surgiu, já encontrou esses costumes pagãos. E como o Evangelho não é contra as demonstrações de alegria, desde que não se tornem pecaminosas, os missionários, em vez de se oporem formalmente ao Carnaval, procuraram cristianizá-lo, no sentido de depurá-lo das práticas supersticiosas e mitológicas.

Aos poucos, as festas pagãs foram sendo substituídas por solenidade do Cristianismo (Natal, Epifania do Senhor ou a Purificação de Maria, dita “festa da Candelária”, em vez dos mitos pagãos celebrados a 25 de dezembro, 6 de janeiro ou 2 de fevereiro).

Portanto, a Igreja não instituiu o Carnaval; teve, porém, de reconhecê-lo como fenômeno existente e procurou subordiná-lo aos princípios do Evangelho. A Igreja procurou também incentivar os retiros espirituais e a adoração das Quarenta Horas nos dias anteriores à Quarta-feira de Cinzas.

Fonte: www.cancaonova.com

LIVROS E FILMES INDICADOS

  • "A cura pela missa" - Robert Degrandis, ssj - Edições Loyola
  • "A luta contra a depressão" - Prof Felipe Aquino - Ed. Léofas
  • "A luta pessoal para resolver os problemas da vida íntima" - Pe. Jonas Abib - Editora Canção Nova
  • "Ao Deus da minha juventude" - Retiro individual para jovens e adolescentes - José Fernandes de Oliveira - (Pe. Zezinho, scj) - Edições Paulinas
  • "Aprendendo a orar" - Francisco Jálics - Edições Paulinas
  • "Autoestima" - Como aprender a gostar de si mesmo - Nathaniel Brandes - Ed. Saraiva
  • "Buscai as coisas do alto" - Pe. Léo, SCJ - Ed. Canção Nova
  • "Caminhando na Luz" - Ann Ross Fitch e Pe. Paul Robert DeGrandis, S.S.J. - Raboni Editora
  • "Comunicação e liturgia na comunidade e na mídia" - Helena Corazza - Ed. Paulinas
  • "Cura Interior" - pe. Léo, sjc - Edições Loyola
  • "Emprego e Espiritualidade" - João Elias - Ed. Palavra e Prece -Nessa obra, o autor nos aponta excelentes estratégias para manter ou Conquistar um Novo Emprego sob a égide da FÉ em Jesus Cristo. Um livro abençoado e que vale a pena ler!
  • "Homens e mulheres restaurados" - Pe. Léo, scj - Editora Canção Nova
  • "Jesus está Vivo" - Emiliano Tardif e José Prado Flores - Edições "Louva a Deus"
  • "Jesus, o maior psicólogo que já existiu" - Como os ensinamentos de Cristo podem nos ajudar a resolver os problemas do cotidiano e aumentar nossa saúde emocional - Mark W. Baker - Ed. Sextante
  • "Livre...pelo poder de Deus!" - Ir. Maria Nellie Guimarães - Raboni Editora
  • "Ministério de cura para leigos" - Robert Degrandis, ssj - Edições Loyola
  • "Na trilha da cura" - Pe. Léo, scj - Editora Canção Nova
  • "Oração de Amorização" - A Cura do Coração - Pe. Alírio J. Pedrini, scj - Edições Loyola
  • "Temperamentos transformados" - Tim LaHaye - Editora Mundo Cristão

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