Este blog é um canal de evangelização e comunicação da Paróquia São Judas Tadeu da Diocese de Piracicaba -SP.

É uma nova maneira de levar Jesus Cristo às pessoas. Compartilhar experiências, ajudá-las a meditar sobre a Palavra Sagrada, ouví-las, entendê-las, compreendê-las, acolhê-las de modo particular e cristão, compartilhando suas histórias de vida na fé e na perseverança rumo à Glória Eterna.Você é uma pessoa muito importante para nós! Você é um (a) filho (a) de Deus muito amado (a)! Creia nisso!

Assim, de forma despretensiosa e humilde, este blog tem o objetivo de levar às pessoas, os ensinamentos de Jesus Cristo, propiciando o conhecimento da Verdade, do Caminho e da Vida!

Procuremo-nos espelhar em suas atitudes e ações para podermos fazer do lugar em que habitamos, mais humano.

Sinta-se em casa. Junte-se a nós para fazer deste um ambiente diferenciado.

Deus lhe abençoe!

relojes web gratis

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Os caminhos de Deus são maravilhosos


"Encontrar Deus em Minsk não é fácil”, afirma Aleh Shenda. “As pessoas podem e querem viver a fé, mas faltam igrejas."
O bielorrusso de 34 anos é um dos 39 capuchinhos que vivem atualmente no país. Em 2008 ele foi ordenado sacerdote. Desde então o Padre Aleh atua na capital bielorrussa. Ali ele se dedica a cerca de 1.500 fiéis, entre eles muitos jovens católicos. Aumenta o anseio por respostas que transcendem o dia a dia. Mas para a assistência espiritual o capuchinho tem à sua disposição uma pequena capela. Sua Ordem quer construir um convento. É verdade que até agora as autoridades não deram ainda a autorização para a construção, mas o Pe. Aleh está confiante. Em breve vamos poder começar a construir.”
Na cidade de Molodechno houve maiores avanços. Lá eles possuem um convento com capela e Centro Pastoral. O trabalho com a juventude floresce. No verão, 200 crianças e 40 jovens participam do acampamento de férias. Mas agora foi interrompido o acabamento da capela que, devido ao afluxo de fiéis, deveria tornar-se uma igreja. Novas despesas e aumento de preços consumiram os recursos. Os capuchinhos não querem desistir. “As pessoas contam conosco.” O Padre Aleh explica: “Bielorrússia é um país bonito, mas tem problemas graves: muita gente está empregada nas empresas públicas, fora disso não existe grande coisa.” Os altos índices de divórcios, abortos e suicídios demonstraram que na Bielorrússia algo não funciona. Justamente muitos jovens estão à procura de um verdadeiro sentido na vida. “Eles buscam a fé e se dirigem à Igreja.” Aqui eles encontram a fé. “Deus está aqui, mas para essa busca precisamos de ambientes de recolhimento, de oração, de encontro.”
O próprio Padre Aleh Shenda pertence a essa geração de jovens que procuram um ideal, após a queda da União Soviética. Essa procura pessoal acabou enfim conduzindo à fé o jovem Aleh, cujos pais não estavam absolutamente interessados em religião. Tudo isso não foi um processo continuo, mas uma aproximação, que foi acontecendo por anos a fio, como lembra o capuchinho. Sem que ele o suspeitasse, seu irmão mais velho, Yury, apresentava questionamentos semelhantes. Assim como Aleh, também ele encontrou a fé e descobriu sua vocação sacerdotal. Hoje, Yury é dominicano.
O exemplo desses irmãos não é atípico. Apesar das restrições, a Igreja católica na Bielorrússia, à qual pertencem 1,5 milhões de pessoas e que se organiza em quatro dioceses com 619 paróquias, continua renascendo até hoje: igrejas estão sendo reformadas e a demonstração pública da fé – como, por exemplo, em procissões – é possível. O Estado também vê com bons olhos o empenho social da Igreja, pois alivia seu ônus. A Ajuda à Igreja que Sofre apoiou as mais variadas iniciativas pastorais na Bielorrússia nos últimos anos, entre as quais hoje a construção da igreja em Molodechno. Naturalmente com certas precauções, por causa da situação política; mas a ação é possível. Os caminhos de Deus são maravilhosos. Os irmãos Shenda o demonstram com a própria vida. Agora eles e seus irmãos confiam na ajuda de vocês.

FONTE: http://www.ais.org.br

terça-feira, 26 de março de 2013

Nigéria: A Manipulação da Religião pelo Boko Haram



A Nigéria é a nação africana mais populosa, com 160 milhões de habitantes dos quais 25 milhões são católicos, o que faz da Nigéria o país com maior número de católicos da África. A alegria do florescimento da fé e do aumento das vocações é contrastante com a violência entre as etnias, estando os cristãos ao sul e os muçulmanos ao norte. Mais recentemente um grupo islâmico extremista que se chama Boko Haram atacou instituições governamentais e algumas Igrejas. Para falar mais dessa alegria da fé e também sobre as dificuldades na Nigéria, Dom Felix Job, arcebispo de Ibadan e presidente da conferência episcopal da Nigéria, é o entrevistado deste programa.

Fonte: http://www.ais.org.br

segunda-feira, 25 de março de 2013

A História da Páscoa

quarta-feira, 20 de março de 2013

República Tcheca

A República Tcheca tem dez milhões de habitantes, dos quais 25% são nominalmente católicos. Mas, ao mesmo tempo, ela tem a reputação de ser um dos países europeus mais ateus. Para falar mais dessa aparente contradição, Dom Jan Vokál, bispo de Hradec Králové, é o entrevistado deste programa.




FONTE: http://www.ais.org.br

segunda-feira, 18 de março de 2013

Oriente Médio (I): O Cristianismo numa Encruzilhada

FONTE: http://www.ais.org.br/

Face a face com o martírio


FONTE: http://www.ais.org.br/projetos/item/500-face-a-face-com-o-mart%C3%ADrio
Face a face com o martírio
Já faz semanas que ninguém mais consegue sair de Homs (Síria). Quem se dedica aos últimos cristãos que vivem enclausurados em Homs é o Padre Frans van der Lugt, SJ.
Eles vivem num antigo convento. Os mantimentos são escassos, faltam remédios. A toda hora falta energia elétrica. O aquecimento não funciona mais. Pão é coisa rara. São 89 pessoas que procuram sobreviver no antigo convento. Quem conseguiu sair antes do inverno, fugiu da cidade. Quem persiste em Homs, como o Padre Frans e os 89, vive face a face com o martírio. “Nós não ficamos pensando no martírio”, diz o padre, quando se consegue falar com ele por telefone; “nós tentamos achar soluções para as necessidades mais urgentes”.
Antes disso, muitos cristãos foram expulsos de suas casas. Um bom número foi parar em Al Qusair, um lugar a cerca de 30 quilômetros da cidade. Até há poucos meses, cristãos de Homs, portadores de deficiência, assistidos com muito amor, ainda trabalhavam ali, na agricultura. Até o último verão, a atividade ainda oferecia a essas pessoas trabalho e alimento; agora vivem ali os banidos de Homs. Al Qusair tornou-se um campo de perseguidos e degredados. Cerca de 200 famílias vivem aqui a duras penas. Mesmo se pudessem, não voltariam agora às suas casas. O medo e o horror marcaram-nos demais.
Com ajudas emergenciais, a AIS colaborou para tornar possível durante alguns meses a sobrevivência das famílias cristãs refugiadas e dos cristãos remanescentes em Homs, Alepo e Damasco. E não foram só os alimentos e os remédios que ajudaram. O bispo Antoine Audo, de Alepo, lhes agradece, porque os donativos “ajudam a nós cristãos na Síria a permanecermos erguidos em dignidade e a nos fazer sentir que não estamos sós, mas que nossos irmãos e irmãs nos compreendem e nos amam com os fatos”. Eles estavam abatidos e eram perseguidos; e vocês não só lhes deram de beber e de comer, mas lhes fizeram experimentar o amor de Deus.
Os mantimentos racionados estão no fim. Enquanto os refugiados muçulmanos são sustentados por Estados árabes, para os refugiados cristãos a grande esperança é a Igreja. Eles preferem não ser atendidos e registrados por organizações de ajuda, porque temem que seus dados sejam repassados, com futuras represálias. Porque a maioria quer mesmo voltar, um dia. A Síria é sua pátria há séculos. É lá que querem viver, mesmo que suas casas tenham sido incendiadas ou saqueadas. No momento, o programa de reconstrução de casas destruídas foi interrompido, pois a situação é insegura demais e a questão primeira agora é a sobrevivência. Muitos refugiados escaparam de Damasco para Alepo e de lá para outros campos. Sem a ajuda de vocês eles dificilmente encontrarão a paz, quanto mais um recomeço.

LIVROS E FILMES INDICADOS

  • "A cura pela missa" - Robert Degrandis, ssj - Edições Loyola
  • "A luta contra a depressão" - Prof Felipe Aquino - Ed. Léofas
  • "A luta pessoal para resolver os problemas da vida íntima" - Pe. Jonas Abib - Editora Canção Nova
  • "Ao Deus da minha juventude" - Retiro individual para jovens e adolescentes - José Fernandes de Oliveira - (Pe. Zezinho, scj) - Edições Paulinas
  • "Aprendendo a orar" - Francisco Jálics - Edições Paulinas
  • "Autoestima" - Como aprender a gostar de si mesmo - Nathaniel Brandes - Ed. Saraiva
  • "Buscai as coisas do alto" - Pe. Léo, SCJ - Ed. Canção Nova
  • "Caminhando na Luz" - Ann Ross Fitch e Pe. Paul Robert DeGrandis, S.S.J. - Raboni Editora
  • "Comunicação e liturgia na comunidade e na mídia" - Helena Corazza - Ed. Paulinas
  • "Cura Interior" - pe. Léo, sjc - Edições Loyola
  • "Emprego e Espiritualidade" - João Elias - Ed. Palavra e Prece -Nessa obra, o autor nos aponta excelentes estratégias para manter ou Conquistar um Novo Emprego sob a égide da FÉ em Jesus Cristo. Um livro abençoado e que vale a pena ler!
  • "Homens e mulheres restaurados" - Pe. Léo, scj - Editora Canção Nova
  • "Jesus está Vivo" - Emiliano Tardif e José Prado Flores - Edições "Louva a Deus"
  • "Jesus, o maior psicólogo que já existiu" - Como os ensinamentos de Cristo podem nos ajudar a resolver os problemas do cotidiano e aumentar nossa saúde emocional - Mark W. Baker - Ed. Sextante
  • "Livre...pelo poder de Deus!" - Ir. Maria Nellie Guimarães - Raboni Editora
  • "Ministério de cura para leigos" - Robert Degrandis, ssj - Edições Loyola
  • "Na trilha da cura" - Pe. Léo, scj - Editora Canção Nova
  • "Oração de Amorização" - A Cura do Coração - Pe. Alírio J. Pedrini, scj - Edições Loyola
  • "Temperamentos transformados" - Tim LaHaye - Editora Mundo Cristão

NÚMERO DE VISITANTES

CONTADOR