Este blog é um canal de evangelização e comunicação da Paróquia São Judas Tadeu da Diocese de Piracicaba -SP.

É uma nova maneira de levar Jesus Cristo às pessoas. Compartilhar experiências, ajudá-las a meditar sobre a Palavra Sagrada, ouví-las, entendê-las, compreendê-las, acolhê-las de modo particular e cristão, compartilhando suas histórias de vida na fé e na perseverança rumo à Glória Eterna.Você é uma pessoa muito importante para nós! Você é um (a) filho (a) de Deus muito amado (a)! Creia nisso!

Assim, de forma despretensiosa e humilde, este blog tem o objetivo de levar às pessoas, os ensinamentos de Jesus Cristo, propiciando o conhecimento da Verdade, do Caminho e da Vida!

Procuremo-nos espelhar em suas atitudes e ações para podermos fazer do lugar em que habitamos, mais humano.

Sinta-se em casa. Junte-se a nós para fazer deste um ambiente diferenciado.

Deus lhe abençoe!

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quarta-feira, 18 de julho de 2012

DOM EUGÊNIO SALLES


Nascido em 8 de novembro de 1920, em Acari (RN), o cardeal teve o nome entre os candidatos a Papa depois da morte de João Paulo I. Conhecido como o homem do Vaticano no Brasil durante os 30 anos em que esteve à frente da Arquidiocese do Rio, o cardeal continuou sendo querido pelo Papa, mesmo afastado das funções eclesiásticas no estado fazia quase uma década. O arcebispo emérito do Rio chegou a ser surpreendido, às vésperas de completar 90 anos, por uma carta de felicitações assinada por Bento XVI. Para Dom Eugenio, o documento não foi sinal de prestígio, mas o reconhecimento de uma vida dedicada à fé.

Em 67 anos de vida dedicada à Igreja, o cardeal foi rotulado tanto como líder conservador quanto "bispo vermelho", por ter, no início do sacerdócio, ajudado a criar os primeiros sindicatos rurais no Rio Grande do Norte. Um capítulo importante da vida de Dom Eugenio remonta à ditadura, quando atuou de maneira silenciosa, abrigando no Rio mais de quatro mil pessoas perseguidas pelos regimes militares do Cone Sul, entre 1976 e 1982, especialmente argentinos. A história da participação sem alarde do arcebispo foi contada, 30 anos depois, pelos principais meios de comunicação. Discretamente, o cardeal cultivava delicadas relações com os militares e ajudou a salvar vidas.

 
O cardeal Dom Eugênio Sales durante evento ecumênico em catedral no Rio de Janeiro em 1972


Para dar conta de tanto pedidos, autorizou o aluguel de quartos e depois apartamentos. A ajuda incluía dinheiro para gastos pessoais, assistência médica e auxílio jurídico. Em entrevista ao GLOBO em 2008, Dom Eugenio contou por que agiu nos bastidores:
- Se eu anunciasse o que estava fazendo, não tinha chance. Muitos não concordavam, mas eu preferia dialogar e salvar - disse. - Eu não tinha nem nunca tive interesse em divulgar nada disso. Queria que as coisas funcionassem, e o caminho naquele momento era esse, o caminho de não pisar no pé (do governo).
Em entrevista ao GLOBO em 2010, vestido de preto, com um crucifixo de prata no pescoço, o homem que organizou as duas visitas do Papa João Paulo II ao país, em 1980 e 1987, respondeu a todas as perguntas com serenidade, mas fez questão de deixar claro que estava cansado do assédio por conta das comemorações do seu 10º aniversário:
- Eu já estou cansado, às vezes minha memória falha. Mas faço questão de receber os jornalistas. Nada no mundo funciona sem a comunicação. Ela é fundamental para difusão do Evangelho. Eu levei isso muito a sério na minha vida religiosa, instalei rádios, escrevi em jornais, dei muitas entrevistas para TV. Quando eu não podia ir ao local, eu chegava às pessoas pelos meios de comunicação.
Além de ter ser considerado um bom articulador e um defensor incansável da doutrina católica, Dom Eugenio era citado como grande empreendedor. Ao assumir a Arquidiocese, na década de 70, mandou construir nos fundos do Palácio São Joaquim um prédio de dez andares para reunir num só lugar serviços da Igreja espalhados pela cidade. Também criou dezenas de pastorais, entre elas a Pastoral Penal, a das Favelas e a do Menor.
Dom Eugenio passou parte da infância no sertão nordestino. A vocação para o sacerdócio surgiu no início dos anos 30, após ser matriculado em colégio marista de Natal. Antes de optar pela Igreja, pensou em ser engenheiro agrônomo. Foi ordenado em 21 de novembro de 1943.
(fonte: Yahoo)

terça-feira, 10 de julho de 2012

PARABÉNS PADRE LUIZ

 No dia nove (09) deste mês, nosso querido Padre Luiz Carlos completou o seu 13º ano de sacerdócio. 
Obrigado Senhor pela vida deste sacerdote que tantos corações conquistou para Ti. Te louvamos Pai pelo dom concedido a este servo de trazer Cristo no meio de nós por intermédio da Eucaristia, do Sacramento da Reconciliação e do anúncio da Palavra, que de modo peculiar vem penetrando no mais profundo dos corações durante a Santa Missa (Carisma da Ordem Premonstratense: Pregação da Palavra e Adoração Eucarística). Dai-lhe sempre a certeza de Tua presença viva e real, do teu amor infinito e eterno. 

À você, padre Luiz, nossos parabéns e singela homenagem apresentada neste blog!!!




"Ele, esperando contra toda esperança, creu e tornou-se assim pai de muitos povos, conforme lhe fora dito: Tal será tua descendência." (Rm, 4, 18)








HOMENAGEM AO PADRE LUIZ CARLOS

segunda-feira, 2 de julho de 2012

MEU CHAMADO


  
Vocação, antes de qualquer coisa, envolve duas partes diferentes. No contexto religioso, estas duas partes podem ser Deus e a pessoa. Deus tem um convite, uma proposta para cada um dos seus filhos. Neste caso, a função de Deus é chamar, convidar, propor e ao ser humano compete responder positivamente ou não a este chamado que brota de Deus. E os chamados de Deus são diversos e para todas as áreas. No meu caso, este chamado foi para o Sacerdócio Ministerial, ou seja, para me tornar padre.
Senti este chamado de Deus por volta dos 12 anos, quando comecei a participar de um grupo de Coroinhas que havia na minha paróquia em Bebedouro (SP). Embora quando criança, me recordo hoje que eu já brincava de celebrar missas, usando os lençóis de minha mãe. Mas foi por volta dos 12 anos que eu percebi o que realmente eu sentia. Guardei este sentimento para mim apenas e nem com meus pais eu falei até os 14 anos, quando contei para minha mãe e fomos conversar com o meu pároco. Ele disse que, por eu ser ainda bastante novo, eu deveria esperar mais dois anos para iniciar os Encontros Vocacionais na Diocese a qual eu pertencia. Impaciente, esperei. Quando contava 16 anos, finalmente, comecei a participar dos encontros vocacionais. Eu estava no 2º ano do Ensino Médio e teria que esperar completar esta fase toda para ingressar no Seminário Propedêutico Diocesano. Após dois anos de encontros mensais, em 2004 fui aceito no seminário da minha Diocese. E lá eu cursei Filosofia e o primeiro ano de Teologia, até que em 2008 eu acabei deixando o seminário para no final de 2009 retornar e continuar meus estudos. Este ano fora seria para um maior amadurecimento e reflexão da minha vocação. No intuito de retornar ao seminário após este ano, fui acompanhado por 6 meses pelo Diretor Espiritual do Seminário e pelo Reitor, até que em julho “desisti” da ideia de ser padre. Parece que não mais eu sentia que esta deveria ser minha vida. Eu já estava trabalhando e tinha perspectivas de crescimento e isso deve ter contribuído para que eu deixasse de lado este desejo de ser padre.
Fiquei trabalhando por três anos. E quando eu pensava que minha vida esta se estabilizando, começo a ficar inquieto novamente e o desejo de ser padre vai ressurgindo. A cada dia, mais intenso ele ia ficando. Tentei fugir de Deus me chamando, mas não foi possível. Não resisti ao amor Dele e comecei a procurar um novo seminário para mim. Entrei em contato com várias Congregações e Ordens na busca de um estilo de vida que correspondesse aquilo que Deus estava querendo de mim. Acabei, após tanto procurar, encontrando na Ordem Premonstratense algo daquilo que eu sentia que Deus queria de mim. Após participar dos Encontros Vocacionais, fui aceito no Postulantado – que é a primeira etapa da vida religiosa nesta Ordem – e vim morar em Piracicaba.          
Para mim, desta minha história vocacional, ficou bastante claro que Deus nunca desiste de nós. Se nós tivermos que ser algo que seja vontade Dele, nós seremos. Pode passar quanto tempo for, mas se Deus quer, acontece. Mesmo que tentemos fugir, esta fuga nunca será total porque Ele, que é Amor, não foge de nós e está sempre por perto de seus filhos. O que cabe a cada um de nós é rezarmos pelas vocações para que tenhamos homens e mulheres santos na construção do Reino dos Céus.
Alexandre Machado

GRANDE FESTA JULINA NA MATRIZ



 Muita animação, descontração e alegria nos aguardam em nossa tradicional Festa Julina que acontece na Matriz de São Judas nos dias 20 (sexta, a partir das 19h00), 21 (sábado, a partir das 19h00) e 22/07/12 (domingo, a partir das 11h30) quando teremos o almoço com o seguinte cardápio:





     ALMOÇO À MINEIRA

Arroz
Feijão Tropeiro
Linguiça
Bisteca suína (duas por pessoa)
Ovos na chapa
Couve abafada
Banana milanesa

PREÇO: R$ 20,00
NÃO FORNECEREMOS MARMITEX




terça-feira, 26 de junho de 2012

Pastores anglicanos ordenados diáconos católicos




Londres (RV) - Dezessete ex-pastores anglicanos foram ordenados diáconos no último sábado, 26 de maio, na catedral de Westminster, a igreja mãe do anglicaninsmo em Londres. A cerimônia foi presidida pelo Bispo Dom Alan Hopes que recebeu a incumbência de Dom Ketih Newton, responsável do Ordinariato pessoal de Nossa Senhora de Walsingham, criado em 2011 por Bento XVI para permitir aos anglicanos de entrar em plena comunhão com a Igreja Católica mantendo muitas de suas tradições e do seu contexto cultural.

Nos próximos dias os pastores anglicanos que se tornaram diáconos católicos serão ordenados sacerdotes, nas suas dioceses locais. Presentes na cerimônia membros de vários grupos do Ordinariato presentes em toda a Inglaterra e também ex-paroquianos provenientes de de várias igrejas onde os novos diáconos eram pastores. Na sua homilia – refere a agência SIR - Dom Andrew Burnham falou dos longos anos de sacerdócio desses pastores e da energia, experiência e sabedoria que trazem à Igreja Católica.

Durante a Semana Santa deste ano, cerca 250 ex-anglicanos foram aceitos no Ordinariato de Nossa Senhora de Walsingham, que tem cerca 1.200 membros. No último mês de maio Bento XVI doou mais de 187 mil euros ao Ordinariato. (SP)

Síria: oração e jejum




Homs (RV) - Em meio a chacinas, violências, disparos, sequestros, vinganças, uma pequena chama de fé e de amor se acendeu na cidade de Qusayr (perto de Homs), um dos lugares onde se sente mais o conflito na Síria: segundo informações que chegaram à agência Fides de fontes locais, um sacerdote católico, que prefere ficar anônimo, decidiu se estabelecer na cidade, numa casa paroquial, com a única finalidade de fazer uma experiência de contínua oração e jejum, para implorar a Deus a paz e reconciliação.

Precisamente ali, onde “se está vivendo o inferno”, a minha presença - explica o sacerdote -, quer ser um “sinal forte de não violência, um testemunho de fé e de amor ao povo sírio”. Ser “sinal de contradição”, será uma experiência para que os fiéis de todas as religiões possam compreender que “as armas da oração e do jejum são importantes seja no cristianismo seja no islamismo”. Quer ser um modo – destaca o sacerdote -, “para recordar a todos os homens, que combatem e matam, que a única fonte de esperança é Deus: o Deus da vida, o Deus da paz, o Deus da reconciliação, que nos torna irmãos e não inimigos”.

Fontes da Fides não excluem que, enquanto a sua experiênxia se difunde pela cidade, fiéis cristãos e muçulmanos possam se unir a ele, apesar dos perigos, e que na cidade martirizada pelo conflito possa se acender novamente uma nova chama de esperança para a Síria, graças a homens e mulheres que rejeitam o ódio e escolhem a não-violência, em nome da sua fé.

A religião e a fé – sublinham as fontes da agência Fides – são, de fato, um componente importante da vida e da identidade do povo sírio e, nestas horas difíceis de brutalidade, é necessário recordar a dimensão espiritual, que restitui ao homem a sua verdadeira dimensão, a sua autêntica dignidade. (SP)

fonte: radiovaticana.org

LIVROS E FILMES INDICADOS

  • "A cura pela missa" - Robert Degrandis, ssj - Edições Loyola
  • "A luta contra a depressão" - Prof Felipe Aquino - Ed. Léofas
  • "A luta pessoal para resolver os problemas da vida íntima" - Pe. Jonas Abib - Editora Canção Nova
  • "Ao Deus da minha juventude" - Retiro individual para jovens e adolescentes - José Fernandes de Oliveira - (Pe. Zezinho, scj) - Edições Paulinas
  • "Aprendendo a orar" - Francisco Jálics - Edições Paulinas
  • "Autoestima" - Como aprender a gostar de si mesmo - Nathaniel Brandes - Ed. Saraiva
  • "Buscai as coisas do alto" - Pe. Léo, SCJ - Ed. Canção Nova
  • "Caminhando na Luz" - Ann Ross Fitch e Pe. Paul Robert DeGrandis, S.S.J. - Raboni Editora
  • "Comunicação e liturgia na comunidade e na mídia" - Helena Corazza - Ed. Paulinas
  • "Cura Interior" - pe. Léo, sjc - Edições Loyola
  • "Emprego e Espiritualidade" - João Elias - Ed. Palavra e Prece -Nessa obra, o autor nos aponta excelentes estratégias para manter ou Conquistar um Novo Emprego sob a égide da FÉ em Jesus Cristo. Um livro abençoado e que vale a pena ler!
  • "Homens e mulheres restaurados" - Pe. Léo, scj - Editora Canção Nova
  • "Jesus está Vivo" - Emiliano Tardif e José Prado Flores - Edições "Louva a Deus"
  • "Jesus, o maior psicólogo que já existiu" - Como os ensinamentos de Cristo podem nos ajudar a resolver os problemas do cotidiano e aumentar nossa saúde emocional - Mark W. Baker - Ed. Sextante
  • "Livre...pelo poder de Deus!" - Ir. Maria Nellie Guimarães - Raboni Editora
  • "Ministério de cura para leigos" - Robert Degrandis, ssj - Edições Loyola
  • "Na trilha da cura" - Pe. Léo, scj - Editora Canção Nova
  • "Oração de Amorização" - A Cura do Coração - Pe. Alírio J. Pedrini, scj - Edições Loyola
  • "Temperamentos transformados" - Tim LaHaye - Editora Mundo Cristão

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